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Quarta-feira, 17 de Novembro de 2010

Almirante-vermelho

Nome comum:

Almirante-vermelho

 

Nome científico:

Vanessa atalanta

 

Morada:

Existe em Portugal, ao longo de todo o território, do nível do mar até aos 1600 metros.

É uma espécie habitual no percurso de descoberta da natureza do Parque Biológico de Gaia.

 

Género:

Normalmente os machos gostam de guardar um território ao sol e tentam convencer qualquer fêmea que passe ali a acasalar.

 

Filiação e nascimento:

Esta borboleta pertence à família dos Ninfalídeos.

Todas as borboletas surgem na forma de um ovo que é posto isoladamente pela fêmea em folhas e ramos de plantas que podem ser, por exemplo, urtigas.

Desse ovo nasce a lagarta, escura.

Esta fase de larva é a da alimentação. Quando termina procura um sítio onde se sinta bem, imobiliza-se, e passa à fase seguinte, que é a de crisálida.

Agora apresenta um casulo discreto, onde passa por grandes transformações, até que eclode como insecto adulto: a borboleta.

Quando fecha as asas é mimética, confunde-se com o ambiente, em tons acinzentados, a fim de escapar aos predadores, tais como aves, pequenos répteis e outros insectos.

 

Idade:

Aparece em duas ou três gerações por ano, dependendo das temperaturas reais.

Tem uma envergadura de cerca de 65 mm.

É das poucas borboletas capazes de enfrentar no estado de adulto o Inverno mediterrânico.

 

Ameaças:

O desaparecimento das florestas autóctones e das respectivas orlas prejudica a espécie, pois perdem as plantas hospedeiras para completarem o ciclo de vida.

 

Conservação:

Como é uma espécie migradora, na Primavera à medida que a temperatura aumenta, expande-se para norte; no Outono, à medida que as temperaturas diminuem, recua para sul.

Quando o tempo arrefece, os prédios urbanos que mantêm floreiras vivas, com plantas com flores, ajudam à sobrevivência destes viajantes.

Em termos gerais, manter porções de urtigal, mesmo em áreas de lavradio, e orlas de floresta é importante para manter as populações.

Deve-se também evitar o coleccionismo; é preferível coleccionar fotografias das várias espécies, deixando os espécimes vivos para poderem completar o seu ciclo de vida.

 

Bibliografia:

«As borboletas de Portugal», de Ernestino Maravalhas.

http://www.tagis.org

 

Conteúdo desenvolvido por:

Parque Biológico de Gaia

http://www.parquebiologico.pt
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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 18:35
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